A medicina felina é dedicada a entender as particularidades fisiológicas, comportamentais e clínicas dessa espécie única.

Gatos costumam esconder sinais de dor e desconforto. Muitas alterações aparecem primeiro no comportamento, no apetite, no uso da caixa de areia ou na rotina. Por isso, o atendimento precisa considerar tanto a saúde física quanto o ambiente e o comportamento.
Esses sinais não fecham diagnóstico sozinhos, mas indicam que o gato precisa ser avaliado por um profissional.
Alteração na alimentação ou na ingestão de água.
Mudanças no volume, frequência ou local de urina e fezes.
Repetição de vômitos ou episódios associados a apatia.
Isolamento ou redução de interação com a casa.
Mudança brusca no comportamento ou na tolerância ao toque.
Perda ou ganho de peso sem explicação aparente.
Dificuldade para pular, subir, descer ou se movimentar.
Lamber demais uma região pode indicar dor, pele ou estresse.
Gatos tendem a esconder dor e desconforto. Alterações de pele, comportamento, apetite, peso, urina ou mobilidade podem exigir avaliação clínica, exames complementares ou acompanhamento específico.
Coceira, falhas, crostas, feridas ou lambedura intensa merecem avaliação cuidadosa.
Dificuldade para pular, se esconder ou evitar toque pode indicar desconforto.
Mudanças na caixa de areia, sede ou volume de urina podem exigir investigação.
Perda de peso, seletividade ou mudança na ingestão de água não devem ser ignoradas.
Agressividade, isolamento, vocalização ou medo podem estar ligados a dor, estresse ou doença.
Acompanhamento ajuda a observar dor, pressão, rins, mobilidade e qualidade de vida.
Primeiras vacinas, prevenção, adaptação ao ambiente, alimentação, comportamento e criação de rotina.
Check-ups, prevenção, controle de peso, comportamento, saúde urinária e acompanhamento clínico.
Avaliação de dor, mobilidade, rins, pressão arterial, doenças crônicas e qualidade de vida.
Alterações sutis podem ser importantes. Agende uma avaliação e receba orientação profissional.
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